23 abril 2014

Pura criatividade! Foi o que pensei quando vi essas fotos. Sabe aquela ideia que você queria ter tido, pois é, bem assim. As fotos são do americano Austin Tott, que desenvolveu um ensaio sobre o conceito Tiny Tattoos. A ideia é incluir uma pequena tatuagem em um cenário em que ela se encaixe perfeitamente. Tudo muito harmonioso e quem bate o olho já gosta da ideia.

austin-tott-compares-tiny-tattoos-to-their-landscape-counterpart-designboom-02 austin-tott-compares-tiny-tattoos-to-their-landscape-counterpart-designboom-05 austin-tott-compares-tiny-tattoos-to-their-landscape-counterpart-designboom-07 austin-tott-compares-tiny-tattoos-to-their-landscape-counterpart-designboom-08 austin-tott-compares-tiny-tattoos-to-their-landscape-counterpart-designboom-09 Austin-Tott-tattoo-velo-home

 

O que vocês acharam?

Difícil escolher qual é a mais criativas.

O site dele (aqui) e o Facebook (aqui).

Beijos

 

austin-tott-compares-tiny-tattoos-to-their-landscape-counterpart-designboom-07

Pura criatividade! Foi o que pensei quando vi essas fotos. Sabe aquela ideia que você queria ter tido, pois é, bem assim. As fotos são do americano Austin Tott, que desenvolveu um ensaio sobre o conceito Tiny Tattoos. A ideia é incluir uma pequena tatuagem em um cenário em que ela se encaixe perfeitamente. Tudo muito […]

Leia mais



27 março 2014

Oi gente, tudo bem?

Coloco aqui mais uma entrevista que fiz para o Jornal UrBHano, com a querida escritora mineira Paula Pimenta.  Adorei conhecer mais sobre a sua história e saber como tudo começou. Paula é um amor de pessoa, educada e atenciosa. Fico muito feliz em saber  do sucesso de uma escritora brasileira para o público adolescente. Depois vou escrever sobre a resenha do livro que ganhei dela.

Todas as fotos são da queria fotógrafa Cinthya Pernes.

A última entrevista postada aqui no blog (aqui).

IMG_4377 

A belo-horizontina Paula Pimenta já vendeu mais de 250 mil livros para o público jovem 

Paula Pimenta é natural de Belo Horizonte, formada em publicidade pela PUC Minas. Sempre gostou de ler e escrever, desde muito nova já mostrava aptidão para a escrita. Sonhava em escrever um romance, mas sempre começava e não terminava, faltava inspiração e concentração. Foi fazer intercâmbio em Londres e conseguiu terminar o primeiro livro.

Sua carreira de escritora começou em 2001, com o lançamento do livro de poemas “Confissão”, que foi relançado em 2013. Ficou realmente conhecidapelo grande público em 2008, quando lançou “Fazendo meu filme 1” pela editora Gutenberg. Depois disso lançou mais três livros da mesma série, que virou febre entre os adolescentes, já foram mais de 250 mil livros vendidos. Paula lota as livrarias nos dias de lançamento, é preciso distribuir senhas na fila. Em 2011 lançou uma nova série, “Minha vida fora de série”, que já conta com dois volumes. Em 2012 publicou também o livro “Apaixonada por palavras”, uma coletânea de crônicas. É moradora do Mangabeiras, onde viveu toda a sua infância e adolescência,  lugar de onde tira muitas inspirações para escrever.

IMG_4332

1-    Como foi a sua infância? Você sempre gostou de escrever?

Minha infância foi muito boa, meus pais sempre me incentivaram a ler. E acho que isso que despertou o meu amor pela escrita. Desde antes de eu aprender a ler, eu já tinha muita vontade (de aprender a ler). Eu pedia para a minha mãe ler para mim, e às vezes ela não podia, estava cansada, então quando eu aprendi a ler foi uma liberdade. Eu sai lendo tudo mesmo. E na escola quando a professora pedia um livro para ler, eu já queria todos os outros da coleção. Eu sempre ganhava aqueles concursos de aluna que mais gostava de ler, minhas redações sempre foram muito elogiadas no colégio também. Desde cedo eu tive essa aptidão para a leitura e a escrita.

2-    E a sua trajetória profissional?

Na época do vestibular eu resolvi fazer jornalismo, porque eu queria profissionalizar a minha paixão pela escrita. Porque eu pensava que se eu quisesse escrever eu tinha que ser jornalista. Só que na faculdade, logo no começo os professores começaram a criticar os meus textos, que eram literatura, crônicas, que os textos não poderiam ser tão opinativos, que tinha que ter o formato jornalístico. Eu comecei a ficar um pouco com raiva e com birra de escrever, pois eu queria escrever daquele jeito. E foi aí que eu descobri que eu não queria ser jornalista, eu queria ser escritora. Queria realmente romancear, contar histórias. Transferi o curso para publicidade e me formei no curso, a escrita eu levava como hobby. Cheguei a trabalhar como produtora no Brasil das Gerais da Rede Minas, trabalhei no Marketing do Minascentro e fiz estágio durante muito tempo na  SMPB. Fui convidada a colaborar para um site de crônicas quando estava na faculdade, escrevi lá por muitos anos. Lancei também um livro de poemas, com poemas que eu escrevia desde a adolescência, foi uma publicação meio independente,agora ele foi até relançado pela minha editora.
IMG_4365

3- Quando você decidiu escrever profissionalmente?

Eu sempre quis escrever um romance, já escrevia os poemas e as crônicas, mas eu não conseguia escrever um romance mesmo. E eu queria muito, eu tinha vários começados mas largados. Eu queria fazer uma pós-graduação em Escrita Criativa, estava tentando nos Estados Unidos, em Londres, mas tudo que eu encontrava era muito caro. Tenho um tio que mora em Londres, e ele disse para mim: vem para cá, que daqui é muito mais fácil você achar do que você olhando daí. E foi realmente, eu fui para lá morar em Londres e encontrei o curso, que me deu muita vontade de escrever e aprender. Então peguei o meu último romance começado e largado, que era o “Fazendo meu filme”, que foi o meu primeiro romance publicado. Lá eu consegui terminar ele, descobri que aqui no Brasil a gente tem muita distração, até hoje eu viajo para poder escrever. Porque aqui acontece coisa demais, as pessoas acham que se você está em casa, você está de férias e não é bem assim (risos). Voltei para o Brasil em 2006, querendo muito publicar, porque minha mãe, minha amiga e minha prima leram e amaram. E foi aí que eu corri atrás de editoras mesmo, a primeira que eu fui eles queriam que eu pagasse, na época era 15 mil reais em 2006, hoje já seria uns 30 mil. A primeira e a segunda editora que eu fui eles nem leram o meu livro, a segunda me disse que esse livro não iria agradar ninguém, porque os adultos iriam achar o livro bobo e os adolescentes não leriam um livro grosso. Na época tinha Harry Potter até o volume seis, então eles não sabiam do que estavam falando. Foi até encontrar a minha, que no começo eles também ficaram resistentes, falaram que eles não publicavam livros infantis e não publicavam mesmo, o meu foi o primeiro. Foi aí que eu disse que tinha vontade de fazer do livro uma série, que não seria só aquele, que teria um segundo e um terceiro. E então ela disse para eu deixar o livro com ela.Em uma semana ela leu e disse que iria publicar. Assim que eu consegui quea editora lesse o meu livro, eu consegui publicar. Ela (a editora) me disse que eu poderia publicar o livro só em 2007, na hora eu fiquei toda desanimada, mas topei né? Era a única que eu queria, mas eles foram publicar só em 2008 e eu já estava desesperada, mas logo que ele foi lançado, pelo boca a boca mesmo, ele foi vendido muito rápido. O pessoal da editora ficou impressionado.

4- Você esperava todo esse sucesso?

Nunca, eu esperava que só as minhas amigas iriam comprar o livro para me fazer feliz, que elas não iriam nem ler sabe? Eu pensei também nas pessoas que lessem, porque eu escrevi pensando na minha adolescência, e pensei naquelas que iriam se identificar. Que a minha geração iria gostar, pois relembrariam os momentos vividos. Foi uma surpresa muito grande eu ter atingido as adolescentes de hoje. Eu descobri que a adolescência é a mesma em qualquer idade, só muda a moda e a trilha sonora. Agora os sentimentos são os mesmos, as amigas da minha mãe leem o livro hoje e adoram. Então a editora ficou impressionada com isso, esgotou a primeira tiragem em um ano sem nenhuma divulgação de imprensa nem nada. E eles falaram comigo que eu podia escrever o volume dois, pois estava todo mundo mandando cartas para lá querendo o próximo volume.  Eu lancei o dois no ano seguinte, com uma tiragem maior de 3 mil unidades e esgotou em três meses. Escrevi o três que lançou com mais ainda, não lembro quanto, mas que esgotou com menos tempo. Já o livro quatro teve tiragem de 10 mil e esgotou em uma semana. Foi uma coisa gradual, não foi meteórico, eu escrevi o primeiro em 2005 e foi publicado em 2008 e demorou um ano para vender mil, hoje eu vejo que é muito pouco. No primeiro livro só tinha amigos no lançamento, no segundo já vi que mudou, já tinha público vendo os meus livros mesmo. No terceiro foi na Leitura do Pátio começou às sete, e às dez a Leitura teve que ser fechada com uma fila enorme do lado de fora. Foram 4 horas de filas, no três é que eu tive consciência que a coisa tinha pegado mesmo, no quarto eu percebi que tinha ficado famosa, porque no pré-lançamento fizemos uma festa e os ingressos foram mega concorridos. O primeiro lançamento do livro quatro foi no Rio e quando eu cheguei, as pessoas gritaram, eu até voltei para trás com medo, eu não sabia que gritavam para escritores assim. Em todos os lançamentos a partir daí elas começaram a gritar, e hoje eu já encaro como uma coisa normal.IMG_4341

5-Por que você resolveu escrever para o público adolescente?

Eu acho que eu tenho uma alma meio adolescente eterna, eu não escrevi de jeito nenhum pensando focado nos adolescentes. Minha adolescência foi uma época muito boa, muito marcante para mim, eu escrevi “Fazendo o meu filme 1” lembrando da minha adolescência. E acabou atingindo as meninas de hoje, deu certo e eu continuei. Eu não tenho que forçar nada, as minhas crônicas possuem um tom muito jovem, meu jeito de escrever é bem juvenil mesmo e esse público se identifica.

6- Qual é a história dos livros?

Meu livro é sobre a Fani, uma garota que decide fazer intercâmbio e se apaixona no meio do caminho. No primeiro livro ela fica muito indecisa se ela vai ou não vai, mas ela acaba indo e o livro dois conta sobre a Fani no intercâmbio. Como é que ela vai fazer com esse amor a distância e tal, mas ai aparece outro menino lá. O terceiro é a volta dela, e começa os assuntos mais sérios. Vai por sequência, no primeiro ela tem 16 anos, no segundo 17 e no terceiro 18 e já tem que fazer vestibular. Ela que estudar cinema, porque é apaixonada por cinema, mas a família quer que ela estude direito. Ela começa a namorar sério e assim começam os problemas do namoro. E no quarto é a finalização da série, quando ela termina a faculdade. Todo mundo me pede o cinco, mas eu falo que acabou, que ele já está completo. E foi aí que tive a ideia de fazer a “Minha vida fora de série”, onde eu peguei a Priscila, que era uma personagem super secundária do “Fazendo meu filme”, ninguém sabia nada sobre ela, só que ela namorava o melhor amigo do Leo que era o mocinho da história. E dei uma série completamente nova para a Priscila, só que os personagens da primeira série são secundários.

7-Você tenta passar alguns valores para os seus leitores?

Bem sutilmente, os meus livros não são didáticos e eu não tento ser didática. Não tento passar valores, mas nos meu livros as personagens são muito família, as amizades, são meninas boas. Alguém uma vez me perguntou se eu tento fazer da Fani uma jovem modelo, e eu disse que não, eu a escrevi muito parecida com a jovem que eu fui. Eu nunca fui uma adolescente rebelde, nunca tive problema com meus pais e na escola. Muitas das leitoras me dizem que se identificam com as personagens, então eu penso que o conceito de jovem rebelde está mudando, pois minhas personagens são boazinhas. Claro que abordo alguns dilemas, mas não tento passar nada propositalmente.

photo1

Espero que gostem. Beijos, beijos 

IMG_4341

Oi gente, tudo bem? Coloco aqui mais uma entrevista que fiz para o Jornal UrBHano, com a querida escritora mineira Paula Pimenta.  Adorei conhecer mais sobre a sua história e saber como tudo começou. Paula é um amor de pessoa, educada e atenciosa. Fico muito feliz em saber  do sucesso de uma escritora brasileira para o […]

Leia mais



16 março 2014

a-menina-roubava-livros-620x400O filme já até saiu do cinema, estou atrasada com a indicação, mas tem gente que ainda não viu e aqui vai minha dica: Assista A Menina Que Roubava Livros. Já fiz uma resenha do livro que li há muito tempo atrás (aqui). O livro é lindo, e pensei que o filme iria me decepcionar, mas me apaixonei. Filmes de livros sempre me decepcionam, em quase todos os sentidos, os personagem, a montagem da história, o corte de partes importante. Essa foi a primeira adaptação para a telona que eu realmente gostei de tudo. Os atores são muito carismáticos e te ganham de cara.  A fotografia do filme também é perfeita. Sai do cinema com a cara inchada de tanto chorar, mas feliz pela qualidade do filme.

Dá uma olhadinha ai no trailer:

Algumas fotos:

3h37hmbnf3no4q6qkn7x5len319535719_20131023205539151.jpg-c_640_360_x-f_jpg-q_x-xxyxx a-menina-que-roubava-livros-filme-fotos-oficiais-2013-pizza-de-ontem-capa tn_620_600_drama_310114Baixa o filme ai na net gente, é um belo filme. E quem não leu o livro ainda, lê ai antes de ver a adaptação. A resenha dele (aqui) para te animar.  

Beijos, beijos

3h37hmbnf3no4q6qkn7x5len3

O filme já até saiu do cinema, estou atrasada com a indicação, mas tem gente que ainda não viu e aqui vai minha dica: Assista A Menina Que Roubava Livros. Já fiz uma resenha do livro que li há muito tempo atrás (aqui). O livro é lindo, e pensei que o filme iria me decepcionar, […]

Leia mais



5 fevereiro 2014

Nem vou justificar o meu sumiço por aqui, todo mundo já sabe o grande motivo. Trabalho e mais trabalho. O bom é que gosto muito do que faço e isso facilita e deixa minha vida mais feliz. Janeiro começou frenético, pensei que teria mais tempo este ano, devido ao fim da minha pós. Mas esse pensamento foi uma doce ilusão, vida de gente grande não é fácil não.

 O ano passado eu escrevi as minhas metas aqui no blog, algumas eu realizei, como a conclusão do meu MBA. Foi difícil e quase desisti no meio do caminho, mas consegui terminar e fiquei feliz com essa conquista. Fiz também alguns cursos. A meta de estudar foi concluída com êxito. Não cheguei aos 50 quilos (ainda) e nem parei de tomar refrigerante, mas fui mais saudável do que nos outros anos. Não deixei de ser viciada em televisão e nem li muitos livros. Porém, fui mais organizada e me dediquei a novos projetos. O ano passado foi útil, realizei muitas coisas. Coisas que nem eu mesma podia prever ou planejar, mas acho que é ai que se encontra a graça de viver, no surpreendente. Naquilo que foi além de suas expectativas. E a vida na suas idas e vindas, adora fazer uma graça com a gente.

Juntar dinheiro
ra2

Meta difícil dificílima (Saudades Valdirene rs), juntar dinheiro é um grande problema na minha vida. Eu nunca sei para onde ele vai, some. E me considero só um pouquinho consumista, nem gasto tanto assim. Passo meses sem comprar roupas e maquiagens, itens para onde vai boa parte do meu dinheiro.  Bom, mas agora é meta. Quero visitar a irmã nos Estados Unidos e juntar dinheiro para coisas maiores. Quero chegar em dezembro com uma boa poupança. Será que consigo?

Conhecer mais lugares
ra

A segunda meta acaba com a primeira meta. rs Pois, para conhecer lugares novos é necessário gastar dinheiro. Mas nesta meta eu não falo de viajar, mas de conhecer lugares na minha cidade mesmo, como restaurantes, parques, teatros. No jornal escrevo matéria sobre diversos lugares e percebo que há muitos lugares que não conheço na minha própria cidade.

Ser saudável
photo (1)

Estou de parabéns neste quesito desde que o ano começou. A meta vem sendo cumprida desde o primeiro dia do ano, já emagreci alguns quilos e estou firme na academia. Cortei o refrigerante e tenho comido pouquíssimo doce. A minha alimentação melhorou muito também. O meu foto agora é diminuir o percentual de gordura, já disse para vocês que é bem alto.

Trabalhar Muito
photo

Tem como trabalhar mais? Tem sim viu?! Essa ideia e a falta de tempo rondam os meus pensamentos sempre. Queria ter mais 24 horas no dia. Não dá para fazer tudo que eu quero e pretendo. Preciso de planejamento e foco, e eu vou conseguir. Essa é uma meta que eu quero muito cumprir no final do ano. Estou sangue no olho!

Ler Mais
ra3

Mesma meta do ano passado, larga a TV e a internet e ler mais livros. Comecei a mudar meus hábitos essa semana, parei de ver BBB e comecei a ler um livro novo. Daqui a pouco vai ter resenha nova no blog. Isso está me fazendo um bem que vocês nem imaginam, ler outras coisas além dos textos jornalísticos do trabalho.

Essas são algumas das minhas maiores meta para o ano, claro que existem outras metas internas e pequenas, que a gente quer concluir no dia a dia. Claro que eu espero pelo surpreendente também. E vocês já pensaram nas suas metas? Aproveita que fevereiro está apenas começando.

Beijos, beijos

ra2

Nem vou justificar o meu sumiço por aqui, todo mundo já sabe o grande motivo. Trabalho e mais trabalho. O bom é que gosto muito do que faço e isso facilita e deixa minha vida mais feliz. Janeiro começou frenético, pensei que teria mais tempo este ano, devido ao fim da minha pós. Mas esse […]

Leia mais



21 janeiro 2014

shutterstock_1236027941Eu parei de fazer academia quando comecei no meu novo emprego, precisava de tempo para aprender tudo e pegar o ritmo da nova rotina. Porém, acabei não voltando. É sempre assim, quando paramos é muito difícil voltar. Para fazer academia ou qualquer outro tipo de exercício físico é necessário força de vontade e foco. Eu confesso que nunca fiquei muitos meses frequente na musculação, já tem uns 4 anos que entro e saio. Qualquer coisas é motivo para sair, como o exemplo acima citado.

O que acontece é que a velhice chega para todo mundo rs, e eu comecei a ter muitas dores nas pernas. Muita dor mesmo, de não aguentar ficar em pé por muito tempo. No começo do ano passado fui ao médico, pois achei que fosse problemas nas minhas veias. Minha família toda têm problemas com as veias, mas felizmente não era. O médico me mandou fazer exercícios. Fui o que eu fiz e melhorou demais as dores. E quando eu parei o que aconteceu? As dores voltaram. Então no meio do caos da minha vida no final do ano passado eu voltei para a academia, prometendo nunca mais parar.

E têm alguns aspectos na minha vida que melhoram com a musculação. E isso está me dando força  para continuar, pois fácil não é não.

Disposiçãomulher-corrida-verde

Umas das melhores coisas é a melhora na disposição. Eu fico muito mais animada, chego da academia e vou fazer almoço. O meu dia rende mais, e a preguiça quase não aparece. Gosto de ir sempre pela manhã, acordo cedo para ir, vou dormindo e me arrastando, mas chegando lá eu já me animo. Antes quando ficava em casa dormindo, acordava tarde e custava a fazer algumas coisas produtiva. Esse é um motivo que me dá muito ânimo para continuar firme.

Autoestima48c5f1ea6bd22d4806a7f57b3f5d691c

Querendo ou não, acabamos gostando mais da gente devido os resultados que vão aparecendo. Quando estamos acima do peso, nos olhamos no espelho e não gostamos do que vemos, por isso, começamos a evitar qualquer reflexo nosso. Fotos então? Nem pensar. Porém, quando começamos a nos exercitar, ficamos narcisista. Qualquer resultado é uma felicidade, começamos a nos sentir bem com o nosso corpo. E não preciso falar que isso melhora diversos outros aspectos da nossa vida.

Cuidados Naturais
9e4ad39dc5634ac065542145ab42b37a

Começamos a fazer exercício e instantaneamente começamos a nos preocupar com a saúde e cuidados com o corpo. Só que esses cuidados acontecem de uma forma natural, não são forçados e nem obrigados. Comer melhor começa a virar hábito, e a cada treino isso se intensifica. Acabamos vendo que comer bem ajuda a dar mais disposição para se exercitar. Os cuidados com o corpo também mudam, eu não sou passar creme todos os dias, mas isso também acaba entrando na rotina de forma natural e sem esforços.

Você viu que cada um dos motivos vai levando ao outro? E com isso tudo melhora, o nosso dia fica mais agradável  e leve. Borá levantar da cama, criar vergonha na cara e ir se exercitar???

Neste post (aqui) dei dicas para não desanimar de ir a academia.

Beijos, beijos

 

 

mulher-corrida-verde

Eu parei de fazer academia quando comecei no meu novo emprego, precisava de tempo para aprender tudo e pegar o ritmo da nova rotina. Porém, acabei não voltando. É sempre assim, quando paramos é muito difícil voltar. Para fazer academia ou qualquer outro tipo de exercício físico é necessário força de vontade e foco. Eu […]

Leia mais



7 janeiro 2014

IMG_20131227_194851 Oiiii genteeee!!!

Ohhhh blog abandonado, mas estou de volta \o/. No final do ano passado até tentei fazer um texto explicando o meu sumiço, queria escrever um textinho de Boas Festas e Feliz Ano Novo, mas não rolou. Trabalhei muito, mas muito mesmo no final do ano para poder ter uns diazinhos de férias. Eu também estava formando na pós, escrevendo meu artigo, uma loucura total. Eu não sou uma pessoa estressada, estou bem longe disso, mas estava ficando bem chatinha no fim de 2013.  Responsabilidades demais faz a gente crescer e ficar um tantinho adulta chata, sem tempo de escrever sobre coisas divertidas, como as que escrevo por aqui. Mas tomei muitos banhos de mar, água gelada e muito sol. Dormi todos os dias depois do almoço, acordei durante 13 dias sem pensar no que tinha que fazer. E como isso é bom, sou uma nova pessoa, me renovei e estou com gás total. E que venha 2014, com muitas metas, planos e sonhos.

IMG_20131226_110319

Não sei se foram esses dias descansando, mas nunca entrei em um ano com tanta animação. Esses primeiros dias do ano já foram bastante produtivos. Aqui para o blog prometo muitos posts bacanas, pois esse espaçinho aqui tem o meu amor.

PicMonkey Collage

Eu desejo todas essas vibrações boas para as minhas leitoras, que saibam aproveitar esse novo ano para realizar muita coisa bacana e levar uma vida leve. Sempre com um sorriso no rosto e muito amor no coração!

Eu voltei, acreditem!

Beijos, beijos

IMG_20131227_194933

 Oiiii genteeee!!! Ohhhh blog abandonado, mas estou de volta \o/. No final do ano passado até tentei fazer um texto explicando o meu sumiço, queria escrever um textinho de Boas Festas e Feliz Ano Novo, mas não rolou. Trabalhei muito, mas muito mesmo no final do ano para poder ter uns diazinhos de férias. Eu […]

Leia mais



12 novembro 2013

IMG-20130829-WA0029

A viagem

Passagem comprada, mala feita, visto em mãos! E assim parti! Dia 20 de agosto as 22h para Tallahassee-Flórida, eu e Deus. Fui sozinha no voo, a maioria dos brasileiros chegaram um dia anterior. Antes de parti demonstrei a maior calma para minha família (fazendo as palhaçadas de sempre), mas no fundo estava nervosa demais. Ultrapassei o embarque respirando fundo. Sentei do lado de um senhor brasileiro que morava nos EUA, conversamos quase a noite toda. Ele me ajudou na hora da alfandega e imigração, ele disse para mim no aeroporto em Miami “vamos pegar o Skytrain”, pensei: Meu Deus! Eu desesperei , porque achei que ele estava falando para sair do aeroporto, e com um tanto de instruções de não falar com estranho que minha mãe tinha me dado, eu fiquei neurada, mas ai depois de ler as placas percebi que o aeroporto era grande e precisava mesmo se deslocar com o tal do skytrain. A alfandega e imigração foram tranquilas, nem vi passando, o engraçado foi a moça perguntando: tem comida na bolsa? Eu: não! M: tem liquido? Eu: não! M: Vire a esquerda! Eu: Não! kkk Essa foi uma das primeiras e das várias perguntas até hoje respondidas erradas em inglês. Quando cheguei no aeroporto de Tallahassee mal entendi o taxista falar “20 dólares”, a minha mala eu achei que tinha ficado para trás, porque a esteira era depois dos guichês de embarque e não consegui sequer fazer um telefonema no telefone público e as moedinhas foram engolidas. Nervosa? Nada!

Foto:Skytrain no aeroporto de Miami
1175644_515718761842022_2018882798_n

 Novo Lar – Colony Club

Chegando no Colony Club, o condomínio de apartamento que moro, fui conhecer meu quarto e percebi o quanto capricharam no design dele no site, me pegou de surpresa! Mas hoje … nada a reclamar como antes, o carpete é ótimo para andar descalço (e agora no frio é muito bom). A minha cama de mola depois que eu descobrir que virar o colchão resolvia o problema de backache (dor nas costas sentida por muito dos brasileiros aqui rs) foi uma maravilha e o closet ainda não consertei a porta quebrada, mas pelo menos eu tenho um agora. O único problema que eu não gosto é a sala de estar não ter luz. Aqui não segue um padrão, tem alguns lugares que até no quarto não tem luz, só abajur. O fogão não é a gás (para fazer um brigadeiro demora). E também algo arquitetônico estranho (ah eu estudo engenharia então reparo nisso mesmo, desculpem) é o prédio da minha escola de inglês, cada andar tem banheiro ou feminino ou masculino ou misto.1185209_515718765175355_1375638391_n 1229848_521786504568581_1916761698_nNo geral os apartamentos são muitos bons, o tamanho é maior que o meu em BH, com ar condicionado e banheira. No Colony Club tem piscina, lavanderia, sinuca, alguns aparelhos de academia e sala de televisão com sofás. Ah! E tem o lixo onde é um ótimo shopping para nós (isso mesmo) no lixo já foi encontrado aspirador de pó, jaqueta, chapinha, mala, bacia, colchão e etc …  rsrs. Além do Colony, tem outro lugar que os brasileiros moram, chamado High Point ou melhor dizendo Hashtag, porque os números do apê não tem # assim como os do Colony, então o apelidamos assim, além de zuar a galera de lá por serem a classe pobre porque dividem o quarto. rs
994308_515718828508682_430745327_nNo mais, a adaptação com o novo lar foi fácil. Eu e Karol, minha roommate brasileira, conseguimos deixar tudo nos conformes, foi uma felicidade no dia que equipamos nosso banheiro azul rs. Ah! Eu tenho outra roommate, a Nina, ela é alemã. Ela faz mestrado aqui em Relações Internacionais, fala muito bem inglês e é gente boa.
75037_523313221082576_100141517_n

Uma coisa achei estranho nos primeiros dias foi o condomínio não ter grades ao redor, nem porteiro, alarme ou câmeras. Eu estava com a cabeça de Brasil e fiquei insegura com isso. Agora não há problema quanto a isso.

1380893_542491842498047_505294042_n

Semana que vem volto para contar mais novidades! Super Beijooo!tagbellapa

 

1380893_542491842498047_505294042_n

A viagem Passagem comprada, mala feita, visto em mãos! E assim parti! Dia 20 de agosto as 22h para Tallahassee-Flórida, eu e Deus. Fui sozinha no voo, a maioria dos brasileiros chegaram um dia anterior. Antes de parti demonstrei a maior calma para minha família (fazendo as palhaçadas de sempre), mas no fundo estava nervosa […]

Leia mais



10 novembro 2013

Uma das coisas que amo na vida é entrevistar pessoas e conhecer histórias incríveis. E minha profissão, felizmente, me permite isso. Já contei que sou jornalista e trabalho em um jornal impresso de Belo Horizonte, onde tenho a oportunidade de conhecer histórias de vidas inusitadas. Tem umas que valem muito a pena serem compartilhadas, pois são verdadeiras lições de vida. Vou começar a postar por aqui algumas matérias que faço para o jornal e que acho relevante serem postada por aqui.

Eu começo pela entrevista com Roberto Vascon, o design de bolsa que ganhou o coração de Nova Iorque.

Todas as fotos do post foram feitas pelo fotógrafo Lucas Alexandre.

IMG_0817

Nos extremos da vida

Eli Roberto Vasconcelos Matos, o Roberto Vascon, nasceu em Raposos, a 35 km de Belo Horizonte. O filho do meio, entre os cinco de Terezinha Vasconcelos Matos e Edson Matos. Teve uma infância muito pobre, começou a trabalhar aos 5 anos para ajudar a família. Devido à morte do pai aos 13 anos, mudou-se com a família para Belo Horizonte, onde foi convidado pelo Palácio das Artes a dançar balé. Com 17 anos foi para o Rio de Janeiro para seguir o seu grande sonho de ser ator. Depois de 5 anos lutando, desistiu de tudo e foi tentar a vida em Nova Iorque.

Sem dinheiro, a alternativa foi dormir no banco do Central Park, catando latinhas para sobreviver, já não aguentava mais aquela vida e pediu a Deus que lhe desse uma luz ou que lhe tirasse da festa. Teve um sonho lindo em que pássaros se transformavam em bolsas. Em uma semana se tornou o design mais falado dos Estados Unidos.  Uma pessoa espirituosa e de muita fé, soube ser humilde nos dois extremos da vida, na riqueza e na pobreza. “Nos momentos mais difíceis eu começo a rir, pois eu sei que Deus está me testando. Porque a tempestade é sinal de bonança”, conta Roberto Vascon, o famoso designer de bolsas que lança o seu primeiro livro escrito pelo biógrafo Elias Awad.

IMG_0832

1-Como foi a sua infância?

Minha infância foi bárbara, nasci em Raposos que fica a 35 km de Belo Horizonte. Nasci em um barracão de um cômodo, onde moravam sete pessoas: meus irmãos, meu pai e minha mãe.  Com cinco anos eu comecei a trabalhar, tinha que ajudar meus pais, a gente era pobre mesmo, pobre de marré de si. Comecei a vender colorau, eu mesmo fazia e eu mesmo vendia, e com aquilo conseguia comprar alguma coisa e levar um dinheirinho para casa. Fiz isso até os sete anos, com essa idade comecei a comprar ferro velho na rua, tinha um carrinho onde eu levava o ferro velho. Então com 12 anos o meu pai morreu, e eu me mudei para Belo Horizonte. A vida foi dificílima para minha mãe e para a gente. Aos 13 anos sai para procurar emprego, mas a única coisa que consegui foi ser convidado pelo Carlos Leis, fui dançar balé com 13 anos. Completamente fora do meu know-how, afinal eu comprava ferro velho, né? Fiquei dançando lá um tempo, mas não era fichado lá nem nada, era convidado mesmo. Eu era o único homem com menos de 18 anos que dançava balé, dancei até os 17 anos, quando o exército me chamou para servir. Fiquei um ano e três meses no quartel, sai de lá e achei ótima a experiência.  Mas eu não queria mais dançar. Eu queria ser ator, então me mudei para o Rio de Janeiro, morei por lá uns cinco anos. Um dia eu vi que o Rio não iria dar nada, não estava conseguindo nada na área de televisão e de teatro. Foi quando eu resolvi ir embora do Brasil. Juntei as minhas coisas e vazei. Fui embora, e fui cair em Nova Iorque.

2-Como foi viver em Nova Iorque?

Nova Iorque foi bárbaro, mas não tinha lugar para eu viver. Fui morar no Central Park, no banquinho, eu chegava lá e deitava, fiquei assim quatro meses, até o dia que eu tive um sonho. Foi um dia que eu estava muito cansado da vida, e falei com Deus para me dar uma luz ou me tirar da festa. Quando eu acordei me lembrei do sonho que tive: chegavam milhares de passarinhos na árvore, eu balançava o tronco e voavam bolsas. Fiquei louco com aquilo. Então juntei 80 dólares, das latinhas que eu catava, fui a uma loja e comprei uma pele de couro, linha, tesoura e agulha. Fiz 12 bolsas e coloquei para vender. Minha primeira cliente foi a editora de moda da New York Times, ela passou, olhou e gostou. Isso foi numa terça-feira, na sexta ela me chamou para conversar e no domingo saiu a matéria. Eu nunca tinha feito uma bolsa, nada, absolutamente nada, eu queria ser ator. No domingo saiu a matéria e eles me chamaram de “Mágico do Couro”, porque eu fazia maravilha com o couro. Eu nunca fui à escola, e as pessoas perguntavam onde eu aprendi a fazer. Aprendi desta forma, voltando no meu sonho, imaginando as bolsas e fazendo.IMG_0860

3-E como foi sua vida depois dessa matéria?

Bom, num dia eu estava dormindo no central Park e no outro dia eu estava dormindo em um hotel bacana. Um mês depois eu já tinha a minha primeira loja em Nova York. Eu sou muito determinado e tenho muita fé, e vi que era um caminho que eu gostava. Um mês depois, com a loja aberta, tinha mais de 1.500 matérias sobre o meu trabalho. Eu fui o design mais falado dos Estados Unidos naquela época. Toda revista que você fosse comprar na banca tinha meu nome, foi aí que a televisão começou a se interessar, fiz muito programa de televisão. O negócio foi dando certo e eu abri sete lojas. Eu fechei as minhas lojas em 1993, depois de muito sucesso e muita grana, porque eu tinha o sonho de fazer uma viagem de volta ao mundo.  Com o dinheiro eu iria ajudar as pessoas que não tiveram a mesma sorte que eu tive. O meu sonho era ter cultura e por isso visitei 128 países. Em cada país que eu fui, contratei um professor de história, para poder me dar aula sobre o país dele e a cultura daquele lugar. Geralmente eles me indicavam alguém que queria estudar e eu ajudava a pagar. Ajudei muita gente a melhorar de casa e sair da favela, ter uma oportunidade. Fui fazendo isso até o dinheiro acabar cinco anos depois. Aí eu voltei para Nova York e fui dormir na rua de novo. Mas com uma bagagem gigantesca de cultura e era isso que eu queria.  Ninguém tinha mais do que eu, eu estava feliz da vida. Dinheiro não é tudo na vida. Só que aí alguém me viu dormindo lá no banquinho e me reconheceu, e era uma jornalista do New York Times, aí fizeram uma página comigo e eu voltei. Assim eu voltei para a mídia, na época tinha mais televisão que revista e comecei a fazer televisão. Fui a NBC, na BBC, a CNN internacional e assim a minha vida mudou de novo, virei celebridade de televisão nos Estado Unidos. Contando a minha vida, que era o que todo mundo queria saber, sobre essa vida louca de nunca ter ido a escola, de ficar rico e devolver tudo para Deus, de dormir na rua de novo e me descobrirem outra vez. E nisso tudo eu fui muito convidado para fazer palestras em empresas, para os funcionários, para levantar o astral deles. E hoje é com isso que eu também ganho dinheiro, fazendo as minhas palestras Brasil a fora.

4-como foi viajar o mundo?

Faria tudo de novo, colecionei um monte de “Muito obrigada”, de “Vai com Deus”, de “Nunca mais vou te esquecer”, muitos sorrisos e muitas lágrimas. E isso que foi o mais bacana de tudo.

IMG_0850

5-Qual lugar você mais gostou de conhecer?  

Eu amei a Índia, mas foi um país que me deixou muitas saudades. Saudades das pessoas que encontrei, da cortesia do ser humano, das crenças deles, que são maravilhosas.  Foi maravilhoso, foi deslumbrante. Viajei mundo a fora, passei por muitos lugares. Eu não posso falar que um lugar é melhor que o outro, porque eu acho que Deus fez uma festa que chama mundo, então todo lugar eu sentia a presença de Deus. Cada lugar tinha as suas belezas, uns eram muito pobres, outros eram muito ricos, uns eram mais ou menos, outros eram divididos. Então todo lugar que eu fui eu extraí alguma coisa que levo hoje na minha vida.

6-E como é o seu processo criativo?

Eu não tenho isso, porque eu não sei desenhar, né? Eu não sei desenhar nada. Eu sei começar do zero, pego uma pele de couro, corto uma coisa da minha cabeça, vou cortando e costuro. Se deu um erradinho, eu já sei onde eu vou corrigir, na próxima eu já vou embora e já ponho para vender. Eu não tenho esse negócio de desenhar no papelzinho, tenho horror a isso. Eu acho que quando fala a palavra “criar” é criar mesmo, não é copiar. Meu trabalho é muito em cima do “agora eu vou fazer e vai ficar bonito”, e eu vou embora e as mulheres adoram. Não tem hora, nem dia nem nada, normalmente é á noite, porque de dia eu sou muito ocupado. E o barulho da fábrica é gigantesco.IMG_0828

7-Que tipo de mulher usa a sua bolsa?

Hoje é engraçado, tem garotas de 15 anos que vêm aqui comprar bolsa e tem mulheres de 80 anos. Então estou meio que agradando essa leva de gente aí. Porque cada um gosta de um jeito, cada um quer de uma forma, e eu não repito as bolsas. Então a meninada de hoje esta querendo essas bolsinhas para ir para a balada, para sair. A maioria das minhas clientes tem entre 30 e 50, mas eu atendo todas as idades.

8-Qual é o sentimento de ver famosas como a Madonna usando a suas bolsas?

Não tenho sentimento nenhum, não tenho tesão com gente famosa. É porque elas vão me usar, vão usar outros estilistas da mesma forma, elas descartam a gente como se fossemos nada. Elas não são fiéis à marca, elas não me enlouquecem não. O que me enlouquece é o que aconteceu outro dia quando eu estava no Belvedere, no shopping, eu estava andando e uma mulher me viu e me reconheceu. E ela me parou e perguntou: Você é o Roberto Vascon? Eu disse sou e aí ela foi e me mostro a bolsa que ela estava usando, que era minha. Ela disse “Vou te contar uma coisa, não sei o que é que você tem, que energia louca é essa, mas eu não consigo mais largar a sua bolsa. Eu fiquei sabendo da sua história de vida, e é assim, eu não largo sua bolsa mesmo”.  Então são essas as famosas eu que gosto, as que voltam e compram outra bolsa. E eu acho isso muito mais legal que uma celebridade que pega tira fotos e some da sua vida. E essas clientes ficam, elas querem a próxima coleção e a próxima e a próxima. São essas que eu vanglorio muito.

IMG_0855

 9-Como surgiu a ideia do livro?

Eu já fui a todos os programas do Brasil, eu tenho 14 mil mídias catalogadas. Já fui à todos os grande programas do Brasil. No ano passado foi a vez da Record que veio fazer uma matéria sobre um assalto que eu tive, uma coisa horrorosa, e no meio disso tudo contaram minha história de vida. Eu estava me reerguendo de novo no Brasil. Alguém em São Paulo escutou, era um editor, dono de uma editora chamada Novo Século, lá de São Paulo.  Ligou-me e explicou que ele queria contratar um biógrafo para morar comigo por 5 meses, é um biógrafo super famoso chamado Elias Awad. Ele só escreve biografia de gente top. E esse cara apareceu aqui um dia, me pagaram por minha história. Ele ficou aqui cinco meses captando histórias, foi para Raposos e entrevistou mais de 50 pessoas na rua perguntando sobre a minha infância. Foi embora para São Paulo tem sete meses, e o livro acabou de chegar. Eu li morrendo de medo de ler, sempre que eu leio eu choro muito porque me faz voltar ao meu passado. Durante esse ano todo eu tenho revivido muito a minha história e muito violentamente, porque eu tive que contar ela exata para ele. É muito pirante ter um livro, eu não sabia que seria tão difícil.
IMG_0862

Muito bacana a história de vida dele não é mesmo? Uma pessoa realmente diferente. Ele ainda é super simpático e divertido. Posso dizer que aprendi muito nesta entrevista, por exemplo, a não perder a fé e sempre acreditar. Uma hora tudo dá certo. rs

Quem quiser curti a página do jornal UrBhano (aqui), por lá divulgamos todas as matérias e entrevista.

É isso gente, espero que tenham gostado. Um grande beijo

IMG_0862

Uma das coisas que amo na vida é entrevistar pessoas e conhecer histórias incríveis. E minha profissão, felizmente, me permite isso. Já contei que sou jornalista e trabalho em um jornal impresso de Belo Horizonte, onde tenho a oportunidade de conhecer histórias de vidas inusitadas. Tem umas que valem muito a pena serem compartilhadas, pois […]

Leia mais



31 outubro 2013

IMG_8425
No último dia 22 de Outubro eu fiz oito anos de namoro, isso mesmo, OITO ANOS!! Comecei a namorar aos 16 anos e dura até hoje, muito tempo não é mesmo? Uma vida! Ás vezes, me surpreendo com isso, pois a vida passa rápido demais. Parece que foi ontem que eu era adolescente e que brigávamos por tantas besteiras. Saudades dos tempos em que eramos jovens e que tudo era mais intenso. Emoções e sentimentos, tudo à flor da pele. Porém, gosto muito de como as coisas são hoje, da calmaria, do respeito e do amor mais maduro. Sem choros incessantes por motivos banais. Aceitar que as pessoas são diferentes de você, respeitar o espaço do outro, compreender as escolhas, ter mais leveza diante de uma discussão, são aprendizados desta caminhada. E, claro, o amor, porque sem ele nada sobrevive. Nossa como eu estou reflexiva, mas as coisas são bem por ai. rs

IMG_8478

Mas vamos ao que interessa, para comemorar todos esses anos viajamos para a Serra do Cipó. Para quem não conhece, a Serra está localizada há 90 quilômetros de Belo Horizonte. O distrito é um dos lugares turístico do estado devido a sua natureza exuberante. A Serra possui vegetação diversificada e biodiversidade riquíssimas, além das inúmeras cachoeiras, que são os maiores atrativos do lugar. Lá há diversas pousadas  e campings para quem decide passar uns dias. Eu já acampei muitas vezes com a família de uma amiga há anos atrás. E tudo mudou muito, quase não reconheci. As coisas ficaram mais caras também, como o preço para entrar na Cachoeira Grande, antes era cinco reais, agora a entrada é 25. Levei um susto com o preço.

Sorte que a pousada que ficamos, chamada Barriga da Lua, tinha cachoeiras e um “poção” (um lago de água natural) dentro da propriedade, além da vista maravilhosa para a pedra do elefante. Espia uns clicks que fiz por lá.

IMG_8415IMG_8402

IMG_8420IMG_8424IMG_8505IMG_8501IMG_8509

IMG_8529

IMG_8462

IMG_8480IMG_8429

IMG_8400 IMG_8544Essas foram algumas fotos de lá, vale muito a pena o passeio. Para quem é mais aventureiro, acampar também é uma ótima opção e sai mais barato do que ficar em pousada.
Lá é um lugar realmente para descansar e esquecer os problemas. Quem lembra de alguma coisa em um lugar como esse? Só na segunda, quando é preciso encarar a vida novamente.

Beijos, beijos

IMG_8529

No último dia 22 de Outubro eu fiz oito anos de namoro, isso mesmo, OITO ANOS!! Comecei a namorar aos 16 anos e dura até hoje, muito tempo não é mesmo? Uma vida! Ás vezes, me surpreendo com isso, pois a vida passa rápido demais. Parece que foi ontem que eu era adolescente e que […]

Leia mais



28 outubro 2013

Você já sabem que eu adoro gastronomia,  só falta tempo para me aventurar mais neste mundo de penelas e receitas. Normalmente entro mais na cozinha quando decido fazer regime ou comer melhor, pena que isso não dura muitos dias. rs

379645_581980551847045_1874419814_n

Outro dia encontrei um canal no youtube muito bacana sobre gastronomia, o Cozinha para Dois. Há diversos canais descolados sobre receitas fáceis e práticas, com passo a passo detalhado para ensinar  pessoas a cozinhar.  Este tipo de canal fazem o maior sucesso pelas internet.  O Cozinha para Dois é fácil mesmo, mostra como fazer pratos deliciosos sem usar o fogão. SEM USAR O FOGÃO?  Acreditem, pois é verdade. Tudo que eles fazem é no forno, os vídeos são bem bonitinhos e curtos, nada muito demorado. Não tentei nenhuma receita ainda, mas já quero testar várias. Carol é jornalista e Duca é músico e diretor de arte, os dois aparecem sempre experimentando as receitas. Além do canal, os dois alimenta um blog com tudo que produzem (aqui) .

Olha algumas receitas para tentar fazer já:

Croque de Monsieur

Ovos e Bacon na Batata

Cupcake de Azeite e Canela

1005808_627372307307869_1292476603_n

Você já sabem que eu adoro gastronomia,  só falta tempo para me aventurar mais neste mundo de penelas e receitas. Normalmente entro mais na cozinha quando decido fazer regime ou comer melhor, pena que isso não dura muitos dias. rs Outro dia encontrei um canal no youtube muito bacana sobre gastronomia, o Cozinha para Dois. […]

Leia mais