7 janeiro 2014

IMG_20131227_194851 Oiiii genteeee!!!

Ohhhh blog abandonado, mas estou de volta \o/. No final do ano passado até tentei fazer um texto explicando o meu sumiço, queria escrever um textinho de Boas Festas e Feliz Ano Novo, mas não rolou. Trabalhei muito, mas muito mesmo no final do ano para poder ter uns diazinhos de férias. Eu também estava formando na pós, escrevendo meu artigo, uma loucura total. Eu não sou uma pessoa estressada, estou bem longe disso, mas estava ficando bem chatinha no fim de 2013.  Responsabilidades demais faz a gente crescer e ficar um tantinho adulta chata, sem tempo de escrever sobre coisas divertidas, como as que escrevo por aqui. Mas tomei muitos banhos de mar, água gelada e muito sol. Dormi todos os dias depois do almoço, acordei durante 13 dias sem pensar no que tinha que fazer. E como isso é bom, sou uma nova pessoa, me renovei e estou com gás total. E que venha 2014, com muitas metas, planos e sonhos.

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Não sei se foram esses dias descansando, mas nunca entrei em um ano com tanta animação. Esses primeiros dias do ano já foram bastante produtivos. Aqui para o blog prometo muitos posts bacanas, pois esse espaçinho aqui tem o meu amor.

PicMonkey Collage

Eu desejo todas essas vibrações boas para as minhas leitoras, que saibam aproveitar esse novo ano para realizar muita coisa bacana e levar uma vida leve. Sempre com um sorriso no rosto e muito amor no coração!

Eu voltei, acreditem!

Beijos, beijos

 Oiiii genteeee!!! Ohhhh blog abandonado, mas estou de volta \o/. No final do ano passado até tentei fazer um texto explicando o meu sumiço, queria escrever um textinho de Boas Festas e Feliz Ano Novo, mas não rolou. Trabalhei muito, mas muito mesmo no final do ano para poder ter uns diazinhos de férias. Eu […]

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12 novembro 2013

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A viagem

Passagem comprada, mala feita, visto em mãos! E assim parti! Dia 20 de agosto as 22h para Tallahassee-Flórida, eu e Deus. Fui sozinha no voo, a maioria dos brasileiros chegaram um dia anterior. Antes de parti demonstrei a maior calma para minha família (fazendo as palhaçadas de sempre), mas no fundo estava nervosa demais. Ultrapassei o embarque respirando fundo. Sentei do lado de um senhor brasileiro que morava nos EUA, conversamos quase a noite toda. Ele me ajudou na hora da alfandega e imigração, ele disse para mim no aeroporto em Miami “vamos pegar o Skytrain”, pensei: Meu Deus! Eu desesperei , porque achei que ele estava falando para sair do aeroporto, e com um tanto de instruções de não falar com estranho que minha mãe tinha me dado, eu fiquei neurada, mas ai depois de ler as placas percebi que o aeroporto era grande e precisava mesmo se deslocar com o tal do skytrain. A alfandega e imigração foram tranquilas, nem vi passando, o engraçado foi a moça perguntando: tem comida na bolsa? Eu: não! M: tem liquido? Eu: não! M: Vire a esquerda! Eu: Não! kkk Essa foi uma das primeiras e das várias perguntas até hoje respondidas erradas em inglês. Quando cheguei no aeroporto de Tallahassee mal entendi o taxista falar “20 dólares”, a minha mala eu achei que tinha ficado para trás, porque a esteira era depois dos guichês de embarque e não consegui sequer fazer um telefonema no telefone público e as moedinhas foram engolidas. Nervosa? Nada!

Foto:Skytrain no aeroporto de Miami
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 Novo Lar – Colony Club

Chegando no Colony Club, o condomínio de apartamento que moro, fui conhecer meu quarto e percebi o quanto capricharam no design dele no site, me pegou de surpresa! Mas hoje … nada a reclamar como antes, o carpete é ótimo para andar descalço (e agora no frio é muito bom). A minha cama de mola depois que eu descobrir que virar o colchão resolvia o problema de backache (dor nas costas sentida por muito dos brasileiros aqui rs) foi uma maravilha e o closet ainda não consertei a porta quebrada, mas pelo menos eu tenho um agora. O único problema que eu não gosto é a sala de estar não ter luz. Aqui não segue um padrão, tem alguns lugares que até no quarto não tem luz, só abajur. O fogão não é a gás (para fazer um brigadeiro demora). E também algo arquitetônico estranho (ah eu estudo engenharia então reparo nisso mesmo, desculpem) é o prédio da minha escola de inglês, cada andar tem banheiro ou feminino ou masculino ou misto.1185209_515718765175355_1375638391_n 1229848_521786504568581_1916761698_nNo geral os apartamentos são muitos bons, o tamanho é maior que o meu em BH, com ar condicionado e banheira. No Colony Club tem piscina, lavanderia, sinuca, alguns aparelhos de academia e sala de televisão com sofás. Ah! E tem o lixo onde é um ótimo shopping para nós (isso mesmo) no lixo já foi encontrado aspirador de pó, jaqueta, chapinha, mala, bacia, colchão e etc …  rsrs. Além do Colony, tem outro lugar que os brasileiros moram, chamado High Point ou melhor dizendo Hashtag, porque os números do apê não tem # assim como os do Colony, então o apelidamos assim, além de zuar a galera de lá por serem a classe pobre porque dividem o quarto. rs
994308_515718828508682_430745327_nNo mais, a adaptação com o novo lar foi fácil. Eu e Karol, minha roommate brasileira, conseguimos deixar tudo nos conformes, foi uma felicidade no dia que equipamos nosso banheiro azul rs. Ah! Eu tenho outra roommate, a Nina, ela é alemã. Ela faz mestrado aqui em Relações Internacionais, fala muito bem inglês e é gente boa.
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Uma coisa achei estranho nos primeiros dias foi o condomínio não ter grades ao redor, nem porteiro, alarme ou câmeras. Eu estava com a cabeça de Brasil e fiquei insegura com isso. Agora não há problema quanto a isso.

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Semana que vem volto para contar mais novidades! Super Beijooo!tagbellapa

 

A viagem Passagem comprada, mala feita, visto em mãos! E assim parti! Dia 20 de agosto as 22h para Tallahassee-Flórida, eu e Deus. Fui sozinha no voo, a maioria dos brasileiros chegaram um dia anterior. Antes de parti demonstrei a maior calma para minha família (fazendo as palhaçadas de sempre), mas no fundo estava nervosa […]

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10 novembro 2013

Uma das coisas que amo na vida é entrevistar pessoas e conhecer histórias incríveis. E minha profissão, felizmente, me permite isso. Já contei que sou jornalista e trabalho em um jornal impresso de Belo Horizonte, onde tenho a oportunidade de conhecer histórias de vidas inusitadas. Tem umas que valem muito a pena serem compartilhadas, pois são verdadeiras lições de vida. Vou começar a postar por aqui algumas matérias que faço para o jornal e que acho relevante serem postada por aqui.

Eu começo pela entrevista com Roberto Vascon, o design de bolsa que ganhou o coração de Nova Iorque.

Todas as fotos do post foram feitas pelo fotógrafo Lucas Alexandre.

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Nos extremos da vida

Eli Roberto Vasconcelos Matos, o Roberto Vascon, nasceu em Raposos, a 35 km de Belo Horizonte. O filho do meio, entre os cinco de Terezinha Vasconcelos Matos e Edson Matos. Teve uma infância muito pobre, começou a trabalhar aos 5 anos para ajudar a família. Devido à morte do pai aos 13 anos, mudou-se com a família para Belo Horizonte, onde foi convidado pelo Palácio das Artes a dançar balé. Com 17 anos foi para o Rio de Janeiro para seguir o seu grande sonho de ser ator. Depois de 5 anos lutando, desistiu de tudo e foi tentar a vida em Nova Iorque.

Sem dinheiro, a alternativa foi dormir no banco do Central Park, catando latinhas para sobreviver, já não aguentava mais aquela vida e pediu a Deus que lhe desse uma luz ou que lhe tirasse da festa. Teve um sonho lindo em que pássaros se transformavam em bolsas. Em uma semana se tornou o design mais falado dos Estados Unidos.  Uma pessoa espirituosa e de muita fé, soube ser humilde nos dois extremos da vida, na riqueza e na pobreza. “Nos momentos mais difíceis eu começo a rir, pois eu sei que Deus está me testando. Porque a tempestade é sinal de bonança”, conta Roberto Vascon, o famoso designer de bolsas que lança o seu primeiro livro escrito pelo biógrafo Elias Awad.

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1-Como foi a sua infância?

Minha infância foi bárbara, nasci em Raposos que fica a 35 km de Belo Horizonte. Nasci em um barracão de um cômodo, onde moravam sete pessoas: meus irmãos, meu pai e minha mãe.  Com cinco anos eu comecei a trabalhar, tinha que ajudar meus pais, a gente era pobre mesmo, pobre de marré de si. Comecei a vender colorau, eu mesmo fazia e eu mesmo vendia, e com aquilo conseguia comprar alguma coisa e levar um dinheirinho para casa. Fiz isso até os sete anos, com essa idade comecei a comprar ferro velho na rua, tinha um carrinho onde eu levava o ferro velho. Então com 12 anos o meu pai morreu, e eu me mudei para Belo Horizonte. A vida foi dificílima para minha mãe e para a gente. Aos 13 anos sai para procurar emprego, mas a única coisa que consegui foi ser convidado pelo Carlos Leis, fui dançar balé com 13 anos. Completamente fora do meu know-how, afinal eu comprava ferro velho, né? Fiquei dançando lá um tempo, mas não era fichado lá nem nada, era convidado mesmo. Eu era o único homem com menos de 18 anos que dançava balé, dancei até os 17 anos, quando o exército me chamou para servir. Fiquei um ano e três meses no quartel, sai de lá e achei ótima a experiência.  Mas eu não queria mais dançar. Eu queria ser ator, então me mudei para o Rio de Janeiro, morei por lá uns cinco anos. Um dia eu vi que o Rio não iria dar nada, não estava conseguindo nada na área de televisão e de teatro. Foi quando eu resolvi ir embora do Brasil. Juntei as minhas coisas e vazei. Fui embora, e fui cair em Nova Iorque.

2-Como foi viver em Nova Iorque?

Nova Iorque foi bárbaro, mas não tinha lugar para eu viver. Fui morar no Central Park, no banquinho, eu chegava lá e deitava, fiquei assim quatro meses, até o dia que eu tive um sonho. Foi um dia que eu estava muito cansado da vida, e falei com Deus para me dar uma luz ou me tirar da festa. Quando eu acordei me lembrei do sonho que tive: chegavam milhares de passarinhos na árvore, eu balançava o tronco e voavam bolsas. Fiquei louco com aquilo. Então juntei 80 dólares, das latinhas que eu catava, fui a uma loja e comprei uma pele de couro, linha, tesoura e agulha. Fiz 12 bolsas e coloquei para vender. Minha primeira cliente foi a editora de moda da New York Times, ela passou, olhou e gostou. Isso foi numa terça-feira, na sexta ela me chamou para conversar e no domingo saiu a matéria. Eu nunca tinha feito uma bolsa, nada, absolutamente nada, eu queria ser ator. No domingo saiu a matéria e eles me chamaram de “Mágico do Couro”, porque eu fazia maravilha com o couro. Eu nunca fui à escola, e as pessoas perguntavam onde eu aprendi a fazer. Aprendi desta forma, voltando no meu sonho, imaginando as bolsas e fazendo.IMG_0860

3-E como foi sua vida depois dessa matéria?

Bom, num dia eu estava dormindo no central Park e no outro dia eu estava dormindo em um hotel bacana. Um mês depois eu já tinha a minha primeira loja em Nova York. Eu sou muito determinado e tenho muita fé, e vi que era um caminho que eu gostava. Um mês depois, com a loja aberta, tinha mais de 1.500 matérias sobre o meu trabalho. Eu fui o design mais falado dos Estados Unidos naquela época. Toda revista que você fosse comprar na banca tinha meu nome, foi aí que a televisão começou a se interessar, fiz muito programa de televisão. O negócio foi dando certo e eu abri sete lojas. Eu fechei as minhas lojas em 1993, depois de muito sucesso e muita grana, porque eu tinha o sonho de fazer uma viagem de volta ao mundo.  Com o dinheiro eu iria ajudar as pessoas que não tiveram a mesma sorte que eu tive. O meu sonho era ter cultura e por isso visitei 128 países. Em cada país que eu fui, contratei um professor de história, para poder me dar aula sobre o país dele e a cultura daquele lugar. Geralmente eles me indicavam alguém que queria estudar e eu ajudava a pagar. Ajudei muita gente a melhorar de casa e sair da favela, ter uma oportunidade. Fui fazendo isso até o dinheiro acabar cinco anos depois. Aí eu voltei para Nova York e fui dormir na rua de novo. Mas com uma bagagem gigantesca de cultura e era isso que eu queria.  Ninguém tinha mais do que eu, eu estava feliz da vida. Dinheiro não é tudo na vida. Só que aí alguém me viu dormindo lá no banquinho e me reconheceu, e era uma jornalista do New York Times, aí fizeram uma página comigo e eu voltei. Assim eu voltei para a mídia, na época tinha mais televisão que revista e comecei a fazer televisão. Fui a NBC, na BBC, a CNN internacional e assim a minha vida mudou de novo, virei celebridade de televisão nos Estado Unidos. Contando a minha vida, que era o que todo mundo queria saber, sobre essa vida louca de nunca ter ido a escola, de ficar rico e devolver tudo para Deus, de dormir na rua de novo e me descobrirem outra vez. E nisso tudo eu fui muito convidado para fazer palestras em empresas, para os funcionários, para levantar o astral deles. E hoje é com isso que eu também ganho dinheiro, fazendo as minhas palestras Brasil a fora.

4-como foi viajar o mundo?

Faria tudo de novo, colecionei um monte de “Muito obrigada”, de “Vai com Deus”, de “Nunca mais vou te esquecer”, muitos sorrisos e muitas lágrimas. E isso que foi o mais bacana de tudo.

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5-Qual lugar você mais gostou de conhecer?  

Eu amei a Índia, mas foi um país que me deixou muitas saudades. Saudades das pessoas que encontrei, da cortesia do ser humano, das crenças deles, que são maravilhosas.  Foi maravilhoso, foi deslumbrante. Viajei mundo a fora, passei por muitos lugares. Eu não posso falar que um lugar é melhor que o outro, porque eu acho que Deus fez uma festa que chama mundo, então todo lugar eu sentia a presença de Deus. Cada lugar tinha as suas belezas, uns eram muito pobres, outros eram muito ricos, uns eram mais ou menos, outros eram divididos. Então todo lugar que eu fui eu extraí alguma coisa que levo hoje na minha vida.

6-E como é o seu processo criativo?

Eu não tenho isso, porque eu não sei desenhar, né? Eu não sei desenhar nada. Eu sei começar do zero, pego uma pele de couro, corto uma coisa da minha cabeça, vou cortando e costuro. Se deu um erradinho, eu já sei onde eu vou corrigir, na próxima eu já vou embora e já ponho para vender. Eu não tenho esse negócio de desenhar no papelzinho, tenho horror a isso. Eu acho que quando fala a palavra “criar” é criar mesmo, não é copiar. Meu trabalho é muito em cima do “agora eu vou fazer e vai ficar bonito”, e eu vou embora e as mulheres adoram. Não tem hora, nem dia nem nada, normalmente é á noite, porque de dia eu sou muito ocupado. E o barulho da fábrica é gigantesco.IMG_0828

7-Que tipo de mulher usa a sua bolsa?

Hoje é engraçado, tem garotas de 15 anos que vêm aqui comprar bolsa e tem mulheres de 80 anos. Então estou meio que agradando essa leva de gente aí. Porque cada um gosta de um jeito, cada um quer de uma forma, e eu não repito as bolsas. Então a meninada de hoje esta querendo essas bolsinhas para ir para a balada, para sair. A maioria das minhas clientes tem entre 30 e 50, mas eu atendo todas as idades.

8-Qual é o sentimento de ver famosas como a Madonna usando a suas bolsas?

Não tenho sentimento nenhum, não tenho tesão com gente famosa. É porque elas vão me usar, vão usar outros estilistas da mesma forma, elas descartam a gente como se fossemos nada. Elas não são fiéis à marca, elas não me enlouquecem não. O que me enlouquece é o que aconteceu outro dia quando eu estava no Belvedere, no shopping, eu estava andando e uma mulher me viu e me reconheceu. E ela me parou e perguntou: Você é o Roberto Vascon? Eu disse sou e aí ela foi e me mostro a bolsa que ela estava usando, que era minha. Ela disse “Vou te contar uma coisa, não sei o que é que você tem, que energia louca é essa, mas eu não consigo mais largar a sua bolsa. Eu fiquei sabendo da sua história de vida, e é assim, eu não largo sua bolsa mesmo”.  Então são essas as famosas eu que gosto, as que voltam e compram outra bolsa. E eu acho isso muito mais legal que uma celebridade que pega tira fotos e some da sua vida. E essas clientes ficam, elas querem a próxima coleção e a próxima e a próxima. São essas que eu vanglorio muito.

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 9-Como surgiu a ideia do livro?

Eu já fui a todos os programas do Brasil, eu tenho 14 mil mídias catalogadas. Já fui à todos os grande programas do Brasil. No ano passado foi a vez da Record que veio fazer uma matéria sobre um assalto que eu tive, uma coisa horrorosa, e no meio disso tudo contaram minha história de vida. Eu estava me reerguendo de novo no Brasil. Alguém em São Paulo escutou, era um editor, dono de uma editora chamada Novo Século, lá de São Paulo.  Ligou-me e explicou que ele queria contratar um biógrafo para morar comigo por 5 meses, é um biógrafo super famoso chamado Elias Awad. Ele só escreve biografia de gente top. E esse cara apareceu aqui um dia, me pagaram por minha história. Ele ficou aqui cinco meses captando histórias, foi para Raposos e entrevistou mais de 50 pessoas na rua perguntando sobre a minha infância. Foi embora para São Paulo tem sete meses, e o livro acabou de chegar. Eu li morrendo de medo de ler, sempre que eu leio eu choro muito porque me faz voltar ao meu passado. Durante esse ano todo eu tenho revivido muito a minha história e muito violentamente, porque eu tive que contar ela exata para ele. É muito pirante ter um livro, eu não sabia que seria tão difícil.
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Muito bacana a história de vida dele não é mesmo? Uma pessoa realmente diferente. Ele ainda é super simpático e divertido. Posso dizer que aprendi muito nesta entrevista, por exemplo, a não perder a fé e sempre acreditar. Uma hora tudo dá certo. rs

Quem quiser curti a página do jornal UrBhano (aqui), por lá divulgamos todas as matérias e entrevista.

É isso gente, espero que tenham gostado. Um grande beijo

Uma das coisas que amo na vida é entrevistar pessoas e conhecer histórias incríveis. E minha profissão, felizmente, me permite isso. Já contei que sou jornalista e trabalho em um jornal impresso de Belo Horizonte, onde tenho a oportunidade de conhecer histórias de vidas inusitadas. Tem umas que valem muito a pena serem compartilhadas, pois […]

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31 outubro 2013

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No último dia 22 de Outubro eu fiz oito anos de namoro, isso mesmo, OITO ANOS!! Comecei a namorar aos 16 anos e dura até hoje, muito tempo não é mesmo? Uma vida! Ás vezes, me surpreendo com isso, pois a vida passa rápido demais. Parece que foi ontem que eu era adolescente e que brigávamos por tantas besteiras. Saudades dos tempos em que eramos jovens e que tudo era mais intenso. Emoções e sentimentos, tudo à flor da pele. Porém, gosto muito de como as coisas são hoje, da calmaria, do respeito e do amor mais maduro. Sem choros incessantes por motivos banais. Aceitar que as pessoas são diferentes de você, respeitar o espaço do outro, compreender as escolhas, ter mais leveza diante de uma discussão, são aprendizados desta caminhada. E, claro, o amor, porque sem ele nada sobrevive. Nossa como eu estou reflexiva, mas as coisas são bem por ai. rs

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Mas vamos ao que interessa, para comemorar todos esses anos viajamos para a Serra do Cipó. Para quem não conhece, a Serra está localizada há 90 quilômetros de Belo Horizonte. O distrito é um dos lugares turístico do estado devido a sua natureza exuberante. A Serra possui vegetação diversificada e biodiversidade riquíssimas, além das inúmeras cachoeiras, que são os maiores atrativos do lugar. Lá há diversas pousadas  e campings para quem decide passar uns dias. Eu já acampei muitas vezes com a família de uma amiga há anos atrás. E tudo mudou muito, quase não reconheci. As coisas ficaram mais caras também, como o preço para entrar na Cachoeira Grande, antes era cinco reais, agora a entrada é 25. Levei um susto com o preço.

Sorte que a pousada que ficamos, chamada Barriga da Lua, tinha cachoeiras e um “poção” (um lago de água natural) dentro da propriedade, além da vista maravilhosa para a pedra do elefante. Espia uns clicks que fiz por lá.

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IMG_8400 IMG_8544Essas foram algumas fotos de lá, vale muito a pena o passeio. Para quem é mais aventureiro, acampar também é uma ótima opção e sai mais barato do que ficar em pousada.
Lá é um lugar realmente para descansar e esquecer os problemas. Quem lembra de alguma coisa em um lugar como esse? Só na segunda, quando é preciso encarar a vida novamente.

Beijos, beijos

No último dia 22 de Outubro eu fiz oito anos de namoro, isso mesmo, OITO ANOS!! Comecei a namorar aos 16 anos e dura até hoje, muito tempo não é mesmo? Uma vida! Ás vezes, me surpreendo com isso, pois a vida passa rápido demais. Parece que foi ontem que eu era adolescente e que […]

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28 outubro 2013

Você já sabem que eu adoro gastronomia,  só falta tempo para me aventurar mais neste mundo de penelas e receitas. Normalmente entro mais na cozinha quando decido fazer regime ou comer melhor, pena que isso não dura muitos dias. rs

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Outro dia encontrei um canal no youtube muito bacana sobre gastronomia, o Cozinha para Dois. Há diversos canais descolados sobre receitas fáceis e práticas, com passo a passo detalhado para ensinar  pessoas a cozinhar.  Este tipo de canal fazem o maior sucesso pelas internet.  O Cozinha para Dois é fácil mesmo, mostra como fazer pratos deliciosos sem usar o fogão. SEM USAR O FOGÃO?  Acreditem, pois é verdade. Tudo que eles fazem é no forno, os vídeos são bem bonitinhos e curtos, nada muito demorado. Não tentei nenhuma receita ainda, mas já quero testar várias. Carol é jornalista e Duca é músico e diretor de arte, os dois aparecem sempre experimentando as receitas. Além do canal, os dois alimenta um blog com tudo que produzem (aqui) .

Olha algumas receitas para tentar fazer já:

Croque de Monsieur

Ovos e Bacon na Batata

Cupcake de Azeite e Canela

Você já sabem que eu adoro gastronomia,  só falta tempo para me aventurar mais neste mundo de penelas e receitas. Normalmente entro mais na cozinha quando decido fazer regime ou comer melhor, pena que isso não dura muitos dias. rs Outro dia encontrei um canal no youtube muito bacana sobre gastronomia, o Cozinha para Dois. […]

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20 outubro 2013

pouco-mais-sobre-intercambioOi galera !! Vim aqui contar um pouco das histórias e experiências que estou vivendo no intercâmbio nos EUA! Já aviso: Não gosto muito de escrever (de falar sim rs), então, às vezes, poderá ficar sem sentido, mas vamos lá!

*Amigos espero que vocês gostem dos meus posts, foi a forma que encontrei para contar para todos vocês, de uma só vez, o que anda acontecendo comigo.

Admissão: IMG-20130829-WA0026

Início contando como vim parar aqui. Tudo começou ao me inscrever em janeiro desse ano no Ciências sem Fronteiras, um programa do Governo Federal Brasileiro http://www.cienciasemfronteiras.gov.br/ que tem como objetivo a mobilização internacional de estudantes universitários para a realização de fins acadêmicos. Nunca tive a pretensão de fazer um intercâmbio antes de entrar na faculdade, mas a oportunidade nos faz, com certeza, mudar de ideia. Ao saber das experiências benéficas de outros estudantes brasileiros nesse programa, fiquei supeeeeer animada, e nos primeiros períodos da faculdade (completei o 4 períodos até agora, faço Engenharia Civil) tentei conseguir meu RSG (rendimento semestral global) igual a 3 (critério utilizado antes na UFMG para a seleção no programa). Assim, após completar 3 períodos “chorando pontos” para professor rsrs, fiz minha inscrição no site para Portugal. Isso mesmo Portugal! Devido às exigências de diploma na língua, antes existente no programa, não tinha outra escolha senão Portugal. Porém, devido a um número baixo de alunos inscritos em países de outra língua, as bolsas de Portugal foram canceladas. Recebemos então uma proposta de reopção para outros países, com a condição de fazer o curso de língua de 6 meses antes do início da graduação que tem duração de 1 ano. Assim, escolhi Reino Unido! (isso mesmo ainda teve mais emoções!). No mês de maio, outra novidade! Devido a burocracias de visto para o Reino Unido, as bolsas foram canceladas novamente.

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Por fim, após outra re-re-opção, veio os EUA. As etapas continuaram complicadas, fiz uma prova de inglês, o Toefl ITP, apresentei muitos documentos para o IIE (Instituto Internacional de Educação), para a Capes, para a UFMG, fiz passaporte, e o mais complicado, as controvérsias de informações o tempo inteiro entre os 3000 estudantes que viriam para cá. A gente vai ou não vai? Pois, mesmo com tanto documento para apresentar, tivemos ainda que aguardar a resposta de aceitação das universidades dos EUA. Recebi a confirmação no dia 25 de Julho para a Florida State University, na hora que recebi o e-mail meus olhos brilharam!!! Nunca curti muito frio e queria (quero ainda) receber visitas =). Fiquei muito feliz com o estado, almejei desde o início a Califórnia ou Florida, a resposta que eu deveria realmente ir estava ali naquele e-mail do dia 25.

Preparativos:

suitcase-1128a-092810Após a confirmação da universidade, eu tinha menos de um mês antes da minha partida para resolver quanto ao visto, comprar passagem, trocar dinheiro, ir no medico, ler contratos de alojamento e da universidade. O visto tirei no dia 09 de agosto em São Paulo, foi em um dia especial feito pelo consulado Americano para os estudantes, chamado “visa week”. Foi super tranquilo a entrevista. A fila que era enorme, meu primo Vinicius (valeu Vini!) me esperou 2h, ele ficou tão preocupado comigo que pediu um dos funcionários para me chamarem, no meio da entrevista eu ouço “Isabella Mancuello”, mas eu ignorei porque estava respondendo uma pergunta. Então, o funcionário falou que eu não estava. Ele ficou maluco, ligou para o porteiro do prédio dele, falou para os familiares dos estudantes de fora do consulado que eu era distraída demais e que a madrinha dele (minha mãe) ia matar ele haha. Mas depois de 10 minutos eu apareci para o alivio dele. Quando voltei para BH de Sampa faltavam 2 semanas para a minha ida, foram semanas de correria total, por um lado foi bom ser tudo tão rápido, não deu tempo de ansiedade, aquele sentimento de ‘’despedida’’, poucas pessoas sabiam que eu iria (foi mal galera!).

post2Recebi muitas visitas em minha casa e mensagens de incentivo. Não tinha como não me sentir segura da minha decisão com tanto amor! Minha mãe ajudou arrumar as malas nos mínimos detalhes. Mãe, agora eu vejo como o tapete do banheiro realmente foi bom eu ter levado rs. Meu pai sempre sensato com as palavras de incentivo, minha irmã sonhando comigo sempre, meu namorado pela paciência e incentivo em toda essa “maratona”. Foram preparativos em tanto!]

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Rolou até uma festinha de despedida surpresa bem no dia do aniversário da minha irmã. Ah eu ameeei! Foi bom ter visto minha família, meus amigos…Rolaram algumas lagrimas, mas risadas também. Não vou me esquecer desse dia da minha despedida e de tantos outros com vocês. Aqui nos EUA terei dias felizes também, lugares incríveis, pessoas inesquecíveis… mas sempre com a certeza de que voltarei para o meu Brasil! Enquanto não chega esse dia contarei para vocês as minhas histórias…. 😉tagbella2

Oi galera !! Vim aqui contar um pouco das histórias e experiências que estou vivendo no intercâmbio nos EUA! Já aviso: Não gosto muito de escrever (de falar sim rs), então, às vezes, poderá ficar sem sentido, mas vamos lá! *Amigos espero que vocês gostem dos meus posts, foi a forma que encontrei para contar […]

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10 setembro 2013

Esse último domingo foi delicioso e bem diferente. Tenho um grupo de amigas da faculdade intitulado de “Lulus”, ( Que outro nome caberia? rs) , ele é só de meninas mesmo. Hoje não lembro mais como a ideia surgiu ou quem inventou , mas nós sempre organizamos chazinhos e encontros super femininos. Um dos primeiros encontros foi um chá mesmo, com leite quente e tudo mais. E vou confessar que hoje formada há quase dois anos, acho esses encontros incríveis, é uma forma de nos mantermos em contato sempre. E como é bom um encontro só de mulheres né?

Desta vez decidimos fazer um piquenique ao ar livre em um parque aqui de BH. Foi incrível, comemos um monte de quitutes deliciosos e colocamos a conversa em dia. Deu vontade de ficar ali o dia todo, já queremos outros. Fica a dica para você organizar um encontro assim com suas amigas. Espia só as fotos:

IMG_8057 IMG_8062 IMG_8063 IMG_8067 IMG_8075IMG_8077 eeIMG_8081As fotos retrataram bem o dia lindo e o quanto é bonito o Parque Ecológico da Pampulha. Teve rosca caseira e bolo de limão, além de pão de queijos, Muffins e outras gostosuras.

Esse último domingo foi delicioso e bem diferente. Tenho um grupo de amigas da faculdade intitulado de “Lulus”, ( Que outro nome caberia? rs) , ele é só de meninas mesmo. Hoje não lembro mais como a ideia surgiu ou quem inventou , mas nós sempre organizamos chazinhos e encontros super femininos. Um dos primeiros […]

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9 setembro 2013

Meu trabalho me exige muita criatividade, todos os dias eu preciso escrever textos com uma abordagem jornalística diferente, buscar algo que as pessoas ainda não tenham dito. Estou sempre em busca de novos assuntos, e em meio de tantos veículos de comunicação, criar um assunto que ninguém escreveu ainda, é quase impossível. Ainda mais que trabalho para um jornal segmentado, o que deixa tudo ainda mais difícil. Por isso, desde que comecei a trabalhar  no jornal eu procuro novas inspirações.

E como ser mais criativo? Existe uma fórmula para isso ou nascemos assim? Tive uma aula de empreendedorismo na pós que falava muito sobre isso. Seguem algumas dicas:

1-Ler muitotumblr_lt265w6o1s1qli3kuo1_500_large

Acredito que quanto mais eclética a pessoa for, mas criativa ela é. Pessoas que só leem determinado assunto, só escutam certos tipos de músicas e vão aos mesmos lugares. Possuem uma dificuldade enorme de aceitar o novo, de pensar de formas diferentes e se aventurar pelo desconhecidos. Ler sobre tudo, tudo mesmo, ajuda a abrir a mente para algo que nunca pensamos antes. Quanto mais sabemos, mais conseguimos pensar fora da caixinha e ter ideias inovadoras. Leia de tudo, de Paulo Coelho até os clássicos Russos.

2-Conhecer novas coisas e lugarestumblr_m0y0ngHml91qct9mzo1_500_large

Não vá sempre aos mesmos restaurantes, não siga sempre um mesmo estilo. O mundo é tão grande, há lugares que nós nem imaginamos que existam. Se aventure sempre pelo novo, a única coisa que pode acontecer é você não gostar e não querer mais voltar. Porém cada experiência nova conta, mesmo as negativas. A melhor coisa para a criatividade é viajar, pois na viagem saímos da nossa rotina e conhecemos outras formas de pensar e viver.

3-Conhecer novas pessoastumblr_lgrpeoxbKi1qe5sr6o1_500

Não ter preconceitos, também é uma das palavras-chaves que ajudam a ter criatividade. Não digo colecionar amigos diferentes, mas conhecer pessoas com estilos de vida diferentes do seu, que tenham outro modo de pensar.  Na sua aula tente conversar com pessoas diferentes, apesar de que sempre formamos aqueles grupinhos. Nos sentimos confortável sem sair do nosso ciclo de amizades. Claro que não precisa fazer aquela amizade, mas estar aberto para novas conversas é muito bom.

4- Fazer algo que nunca fez

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Pegar um caminho diferente, nadar na água gelada ou ficar uma noite acordado vendo as estrelas. Fazer um piquenique, subir numa árvore, andar de moto, pular de paraquedas. Seja lá o que for, o negócio é fazer algo que dê a sensação de novidade. Ajuda o corpo e a alma, e por que não? A criatividade.

5-Escreva suas Ideias e pensamentostumblr_mc471ysu8u1qd5dvmo1_500

Escrever qualquer ideia boba pode ajudar aguarda os pensamentos, essas anotações podem servir para o futuro.  Mesmo que no momento elas não signifiquem nada.  É o que acontece muito comigo aqui no blog, penso em algo bacana para escrever, mas depois eu me esqueço, isso dá uma raiva. Guarde também matérias, pensamentos, parte de livros e textos que te marcaram.  Tudo isso um dia pode servi, em algum momento da vida.

Existem pessoas que nascem criativas e que não necessitam de nada disso, mas se você não é assim, abrir a mente para novas  ideias, pessoas, livros e pensamentos ajuda demais. É isso por hoje, beijo gente!

Meu trabalho me exige muita criatividade, todos os dias eu preciso escrever textos com uma abordagem jornalística diferente, buscar algo que as pessoas ainda não tenham dito. Estou sempre em busca de novos assuntos, e em meio de tantos veículos de comunicação, criar um assunto que ninguém escreveu ainda, é quase impossível. Ainda mais que […]

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2 setembro 2013

Oiii gente, sumi daqui, sem querer, mas sumi de novo. Nesta semana que passou  chorei pela primeira vez na vida pela minha falta de tempo.  Tudo bem, estava de TPM e eu sempre fui chorona, então qualquer motivo é motivo para fazer um drama e chorar. rs Mas acabo me sentindo melhor depois, e já aceitei esse fato de que sou assim e ponto. rs  Minha falta de tempo tem me deixado um pouco ansiosa, coisa que nunca fui na vida. Estou fazendo pós-graduação e não tenho tempo de estudar fora da sala de aula, fiz um layout novo para o blog e não tenho tempo de postar, quero voltar para academia há 3 meses e não arrumo tempo nem para ir fazer a inscrição. rs  Tá tenso! Mas, mesmo assim, a vida não está ruim não, só corrida demais. Sempre acontece momentos bons e eu nem posso reclamar de nada.
ra2Nesta última quinta rolou um evento super bacana, um jantar da Natura para apresentar seus novos produtos para a imprensa e blogueiras. Pelo que entendi esse jantar já é uma estratégia da marca, e ele acontece em várias cidades do Brasil. A experiência que no começo me pareceu um pouco estranha, sentamos em um mesa em que não conhecíamos ninguém e na mesa tinha muitos copos e talheres. Eu não sei ser chique a esse ponto, não sabia por qual talher começar, a solução foi  imitar os outros e deu super certo. rs

No final, adorei o jantar, ele foi todo diferente. Antes de cada  prato vinha um potinho de vidro com o perfume que aquele prato foi inspirado. Uma hora tivemos que fechar os olhos e ouvíamos só os ruídos da natureza. Muito bacana né? Todos os pratos foram elaborados pelas chef paulista Bel Coelho. Cada prato também aguçava um dos nossos sentidos. Posso dizer que foi uma noite bem inusitada.
ra3No convite dizia Esporte Fino, sempre fico na dúvida quanto a roupa para esse tipo de evento. Antes de sair de casa estava me achando um pouco demais, dourado né? Tenho este vestido há mais de um ano, e foi a segunda vez que o usei, sempre acho que ele é dorado demais. Chegando lá vi todo mundo arrumado e me senti normal. rs Ah o vestido foi presente dos meus pais, eles compraram na Argentina. Eu estou devendo um post com dicas de compras por lá, vou fazer em breve, prometo.
ra1No final ganhamos as novas fragrância de Água de Banhos da linha Natura Ekos. Adorei ter uns perfumes mais levinhos para o dia a dia, sempre uso uns nada adequados para o dia, amo perfume forte. O meu preferido dos três foi o Rara Priprioca. E ainda veio três potinhos de doces cremosos hummm.
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Um beijoo gentee!!

Oiii gente, sumi daqui, sem querer, mas sumi de novo. Nesta semana que passou  chorei pela primeira vez na vida pela minha falta de tempo.  Tudo bem, estava de TPM e eu sempre fui chorona, então qualquer motivo é motivo para fazer um drama e chorar. rs Mas acabo me sentindo melhor depois, e já […]

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19 agosto 2013

IMG_7999Não tem como fazer aniversário e não refletir sobre à vida, sobre os caminhos e sobre nós mesmos. Um pequeno filme do último ano passa pela minha cabeça, momentos especiais e outros nem tanto. A vida nos prega tantas peças que às vezes é difícil distinguir o que é real. Como posso acreditar que já se passaram 10 anos da minha festa de 15 anos? O que eu aprendi neste longo percurso? É difícil definir os momentos que foram mais marcantes, os quais me transformaram no que eu sou hoje. Aquela situação que nos constrói, que ensina e por vive-las somos de determinada forma. Nós estamos em constante evolução, vamos rascunhando o papel todos os dias, escrevendo uma história que não sabemos o final. Planos e sonhos mudam com as  mudanças do vento, uns perdem forças e caem no esquecimento com tempo, outros ficam fortes e reais. Aos 25 já tenho algumas certezas na vida, claro que dúvidas existem e sempre vão existir, porém fico feliz com as minhas “meias” certezas. Já tenho resistência para ver o tempo mudar, para aguentar a tormenta e saber que tudo passa. Tudo sempre passa, qualquer tipo de sofrimento é acalentado uma hora ou outra. Nesta idade eu também aprendi a aceitar o meu corpo, sei que mesmo me matando de malhar eu não vou conseguir ter corpo igual ao daquela pessoa, pois cada um tem o seu biotipo. Também já sei que tipo de roupa me favorece, mas sei que ainda vou errar muito nesse quesito. Conheço melhor os meus gostos e manias. Aprendi que minha família sempre estará ao meu lado, em qualquer tipo de situação, e que são poucos amigos que farão o mesmo. Ter amigos também é um aprendizado valioso aos 25, não é mais como nos quinze, onde você conta para qualquer “amigo” sobre sua vida. Hoje a seleção de pessoas é grande, são poucos que ganham a confiança e espaço nos meus dias. São poucos, mas são bons. Apesar de ter aprendido muito sobre mim e sobre o mundo nestes 25 anos, espero que tudo isso seja pouco, apenas a ponta o iceberg. Espero que a cada dia eu posso viver novas experiências, conhecer novas pessoas e lugares. Que eu ainda mude muito de estilo, de opiniões, de gostos, de cabelos e manias.  Que a vida continue me surpreendendo e me encantando. Que cada momento seja fundamental para a minha evolução como ser humano. E que o amor e a esperança nunca faltem.(♥)

Não tem como fazer aniversário e não refletir sobre à vida, sobre os caminhos e sobre nós mesmos. Um pequeno filme do último ano passa pela minha cabeça, momentos especiais e outros nem tanto. A vida nos prega tantas peças que às vezes é difícil distinguir o que é real. Como posso acreditar que já […]

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